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Encontro OPEE

Centenas de professores por projetos de vida com atitude

Centenas de educadores reunidos com um único propósito: fazer da educação a grande possibilidade para a transformação da sociedade no sentido de mais colaboração, mais atitude, mais conexão entre escolas e famílias e menos preconceitos. O II Encontro de Educadores OPEE 2017, chamado de “Projeto de vida com atitude”, foi um sucesso, e reuniu centenas de pessoas em São Paulo, no dia 19 de agosto.

No evento, foi anunciada a nova identidade visual e conceitual da OPEE, sigla que designava Orientação Profissional, Empregabilidade e Empreendedorismo e hoje é OPEE Educação, uma marca-mãe que agrega três submarcas: Metodologia OPEE, Escola para pais e Desafios contemporâneos. A nova identidade une tanto inovações visuais quanto de conteúdos.

No grafismo da marca, uma asa define a essência da OPEE: voar com sentido, por meio do conhecimento. “Sentido é direção. O ponto que norteia nossos caminhos, que inspira nossos sonhos e constrói nossas realidades. Sentido é significado. A tradução de nossas ações, de nossos encontros e buscas. Sentido é sentimento. As percepções e emoções que nos conectam com o outro e com o mundo”, explica o manifesto da nova marca.

Neste encontro com os educadores, as novidades foram apresentadas diante de muitos conteúdos conectados a ela, com palestrantes tanto da nossa equipe quanto convidados. Mariana Pires, da Rede Ubuntu, falou sobre a importância da conexão entre as pessoas por meio de um trabalho inovador chamado Eupreendedorismo; Tiago Tamborini trabalhou o desafio de educar as novas gerações, conectando escolas e família; Alessandra Borelli, coautora da coleção Cidadania Digital, abordou a era das conexões, os riscos e oportunidades do cyberespaço; Marcos Brogna, autor da Trilogia Contemporânea (Liberdade, Sustentabilidade e Diversidade) e coautor de “Diversidade e Sexualidade”, focou a compreensão e aceitação das diferenças como fundamentais para o ato de educar; e Leo Fraiman, idealizador da Metodologia OPEE, fechou falando da educação que permite a construção de projetos de vida com atitude, a alma da OPEE Educação.

Os educadores ainda trocaram experiências em momentos de interação e ganharam uma caneca com a nova logomarca, levando para casa uma lembrança de um encontro muito especial.

Mais leve e com visual moderno, a nova OPEE, ou OPEE Educação, é composta por:

- Metodologia OPEE: Coleção OPEE, sustentada nos eixos Autoconhecimento, Inteligência Emocional, Educação financeira, Escolha Profissional, Empregabilidade, Mercado de trabalho e Métodos de estudo, que atende da Educação Infantil ao Ensino Médio e já ajudou a construir o projeto de vida de mais de um milhão de alunos; Cidadania Digital, coleção para o Ensino Básico que traz conteúdos que auxiliam na construção da cidadania em tempos digitais; Oficinas de Empregabilidade, com 12 temas voltados para a educação focada no mercado de trabalho.

- Escola para pais: uma nova frente de conteúdos digitais que auxilia as famílias a aprenderem junto com seus filhos e construir com eles um projeto de vida de escolhas mais sustentáveis, sadias e felizes;

- Desafios contemporâneos: linha de atuação formada por projetos na área de diversidade, sustentabilidade, os limites da liberdade na era digital e sexualidade. Tem como base teórica os livros da Trilogia Contemporânea (com os títulos “Liberdade”, “Diversidade” e “Sustentabilidade”), voltados para educandos; “Diversidade e Sexualidade”, para quem educa em casa, na escola, na empresa e a si mesmo; e “Sexplicando”, que será lançado ainda este ano trabalhando a sexualidade com educandos.

O II Encontro OPEE Projeto de vida com atitude foi realizado no centro de eventos Rebouças, na capital paulista. O próximo encontro do tipo será no início do próximo ano, trazendo novas oportunidades de encontros presenciais de educadores que trabalham com os conteúdos OPEE Educação. A nova marca traduz um trabalho de consultoria feito pelas empresas Mercare e Pura Design, parceiras da OPEE Educação.

Escola parceira da OPEE leva alunos ao Jequitinhonha

A desigualdade social é um dos problemas históricos do Brasil e a educação tem tudo a ver com o tema, porque na formação de pessoas capazes de construir um país mais justo está a esperança de dias melhores. E há projetos inspiradores nesse sentido, um dos quais conhecemos de perto. Trata-se Projeto Jequitinhonha, uma ação encampada pelo colégio John Kennedy, de Pirassununga, interior de São Paulo, que coloca os alunos diretamente em contato com uma das regiões mais pobres do Brasil (o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais), fomentando não apenas a conscientização sobre a desigualdade como ações concretas para enfrentá-la.

O Projeto Jequitinhonha foi implantado em 1999 por inspiração do padre Humberto Capobianco, diretor geral do colégio. Ele entrou em contato com o pároco Fernando Ruaro, da região do Jequitinhonha, oferecendo a participação em ações sociais focando alimentação e alojamento. No ano 2000, os alunos aceitaram o desafio e rumaram para o Vale com a intenção de ajudar famílias carentes. Desde então, só cresceu. Em 2014, o trabalho chegou a atender 3 mil moradores do Jequitinhonha em atividades desenvolvidas em 12 comunidades, com perspectiva de mais crescimento para anos seguintes.

O processo tem início na formação de 70 a 80 alunos do John Kennedy mais 20 adultos que os acompanham, dos quais são selecionados 26 alunos e 16 adultos para a ação prática. A ideia não é ser assistencialista, mas atuar no sentido da orientação e instrução em áreas como saúde da mulher e do homem, educação ambiental, educação doméstica, intercâmbio com jovens, higiene básica e bucal.  Enquanto trabalham na conscientização sobre esses temas, os alunos também aprendem com a cultura local e criam laços com uma realidade que muitas vezes desconheciam.

Os resultados de 2014 são expressivos considerando que quem os coloca em prática é um número de alunos que não daria mais que uma turma na escola. Foram 1.197 crianças de 3 a 7 anos atendidas em atividades lúdicas, educativas e de higiene básica, processo em que recebem também creme dental, escova e sabonete para atividades práticas; 325 mulheres participantes de encontros sobre saúde, que abordou temas como prevenção do câncer de colo de útero, câncer de mama, diabetes, hipertensão e depressão; e 460 jovens orientados quanto à prevenção de DST (Doenças Sexualmente Transmitidas).

Além desses resultados práticos, há outros importantes que ficam para a vida toda, como a experiência única ao aluno de conviver, ainda que por poucos dias, com uma cultura diferente e aprender com ela. Aos moradores do Vale, há transformações em seus hábitos que se comprovam nas visitas feitas em anos seguintes. “Os jovens se colocam a serviço daqueles que mais necessitam”, relata Wilson Saulino, professor do colégio, que adota a Metodologia OPEE, e um dos coordenadores do projeto. Saulino também ministra aulas de OPEE para alunos mais novos, do Fundamental I, e mostra a eles os resultados do projeto como exemplos práticos dos valores que são trabalhados na coleção OPEE.

 

O Projeto Jequitinhonha revela uma das mais nobres ações da humanidade, seja no campo pessoal como no profissional: servir por um mundo melhor.

 

“Você acorda e começa a enxergar o mundo como ele é”

“O mundo não muda sozinho, cada pequeno ato já é importante”. São palavras de Isadora Travagin, uma ex-aluna do colégio John Kennedy que participou do Projeto Jequitinhonha. Ela conta que cresceu com a experiência e se considera, hoje, um ser humano melhor. “Aprendi a parar de reclamar à toa. Lá, a gente dorme no chão, tem horário para comer e comida certa: se for macarrão e a pessoa não gostar de macarrão, não vai ter outra coisa. A gente vê a pobreza de perto, mas também vê uma enorme riqueza cultural e afetiva, que nos ensina. E lá as pessoas não segregam, como aqui. Pobre brinca com rico, mora do lado”, relata.

Isadora, que hoje está na universidade, em São Paulo, conta que a participação no Projeto Jequitinhonha a ajudou a entender melhor o que é cooperação. “O grupo tinha de colaborar, dividir, não podia atrasar e a gente tinha de pensar em tudo como equipe. Quando voltei, passei a observar mais os atos alheios e me incomodar com desperdícios e com falta de educação com os outros. Quando a gente está presa no nosso mundinho, tudo é cômodo”, ela conta.

A jovem diz que a experiência será levada por toda sua vida, tanto no aspecto pessoal quanto profissional. “Antes do projeto, eu não tinha o costume de visitar áreas mais pobres ou fazer algo que visa a sociedade, e hoje eu tenho. E aí, quando você sai da rotina para ver e viver com outras pessoas em outra realidade, você acorda e começa a enxergar o mundo como ele realmente é”. Isadora diz que, a partir dessa experiência, será uma profissional com foco na construção de um mundo melhor e não apenas em vitórias individuais.

Educação pela diversidade e sexualidade em Paraisópolis

Levar temas desafiadores a lugares desafiadores. Essa foi a ideia central do projeto OPEE que
está iniciando em parceria com o Hospital Albert Einstein e a Mapfre Seguros na comunidade
de Paraisópolis, em São Paulo.
Durante um ano, a escola Dom Veremundo Toth, situada na comunidade, foi adotada para
receber um projeto piloto e inédito com as temáticas da diversidade e sexualidade, que
contará com treinamento de educadores, uso de livros, incremento de pedagogos e formação
de alunos do Ensino Fundamental 2 e EJA (Educação de Jovens e Adultos).
O projeto vai mapear a realidade da escola e contribuir com subsídios para diminuição do
bullying, do racismo, do machismo, da homofobia e outros preconceitos, ajudando ainda a
minimizar os riscos de gravidez precoce e das DSTs. Além disso, a ideia é servir como um
projeto multiplicador, ou seja, os professores capacitados poderão dar andamento nas
temáticas.
O livro “Diversidade”, da Trilogia Contemporânea escrita por Marcos Brogna, é um dos
contemplados pelo projeto para a formação de alunos. “Diversidade e Sexualidade”, que
Brogna escreveu com a sexóloga Paula Napolitano, é outra obra utilizada para a capacitação de
professores, que contará também com a versão para alunos, o “Sexplicando”, que está prestes
a ser lançado.
Este não é o primeiro projeto OPEE Educação em Paraisópolis. Há vários anos, a empresa
trabalha com empregabilidade para alunos da ONG mantida pelo Einstein na comunidade,
com resultados promissores no ganho de autoestima e capacitação para o mercado de
trabalho de jovens estudantes.

Aplicativo OPEE ajuda na escolha da profissão

Aplicativo OPEE ajuda na escolha da profissão

A OPEE tem um aplicativo que ajuda jovens a escolherem sua profissão. É o PAPP OPEE, pelo autor da Metodologia OPEE, Leo Fraiman, com 14 grandes áreas, dentro das quais há muitas profissões e ocupações envolvidas. Você escolhe a área e responde às perguntas relativas a ela, obtendo no final um resultado com percentuais de suas aptidões ligados a cada profissão daquela área. Ao longo do ano letivo, você pode realizar o teste em várias áreas e isso pode ajudá-lo a descobrir a profissão que mais tem a ver com você.

O teste pode ser feito tanto no computador como também em celulares.

Para ser realizado em computadores, basta clicar aqui https://papp-teste.azurewebsites.net/#/

Se quiser baixar em celular, clique aqui: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.ionicframework.myapp215863

OPEE renova sua identidade

Nova identidade, essência de sempre.

A OPEE está de cara nova, mais alinhada com os desafios de hoje e de amanhã, mas mantendo sua essência focada na construção de projetos de vida e na formação de pessoas melhores para o mundo.

Após um longo processo de consultoria com a empresa Mercare, a marca agora é OPEE Educação e sustenta três submarcas: a Metodologia OPEE, o primeiro produto OPEE que hoje é publicado em parceria com a FTD Educação e já ajudou a formar mais de um milhão de alunos ao longo de uma década; Escola para pais, focada na formação da família, alinhando-a com o projeto de vida de crianças e jovens; e Desafios contemporâneos, focados em temáticas urgentes ao mundo de hoje, como liberdade, sustentabilidade, diversidade e sexualidade.

A nova identidade visual da OPEE, criada pela Pura Design, traz linhas modernas e sutis, buscando a semiótica do voo por meio de uma asa. A ideia é reafirmar a própria história da empresa, cujos conteúdos sempre visaram ajudar crianças e adolescentes a construírem seus planos de voo, fazendo boas escolhas no sentido da felicidade. A asa se repete na Metodologia, a submarca que deu origem à marca-mãe e atende alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Sobre a logo da Metodologia, está um traça inconcluso, dando a ideia de que o aluno é quem vai preencher seu caminho, fazendo escolhas.

Nas duas outras submarcas, Escola de pais traz um círculo que define a união dos membros de uma família, seja ela formada pelos mais diferentes tipos de pessoas, e Desafios contemporâneos traz um novelo se desenrolado, já que as temáticas são novos desafios diante de um mundo dinâmico, de verdades líquidas e multiplicidade de diferenças.

Criada pelo psicoterapeuta e palestrante Leo Fraiman, a OPEE foi pioneira ao compilar um conteúdo focado em autoconhecimento, inteligência emocional, escolha profissional, educação financeira, métodos de estudo e mercado de trabalho. Começou focando alunos do Ensino Médio e hoje atende toda a Educação Básica, da Educação Infantil ao Ensino Médio. Mais: adentrou também os lares das famílias e as temáticas mais desafiadoras aos tempos pós-modernos.